Fechei meus olhos para detectar seu cheiro mais próximo de mim então senti um leve toque, doce e calmo encostar-se aos poucos nos meus lábios seguido de uma respiração forte que aqueceu minha boca, mas antes que pudessémos nos beijar uma voz grossa e masculina me resgatou do delírio em que eu me encontrava:
- Atrapalho alguma coisa? - o Fábio perguntou.
- Não. - eu respondi, soltando-me dos braços do Gabriel.
- Que foi Fábio? - o irmão mais novo perguntou.
- Não. - eu respondi, soltando-me dos braços do Gabriel.
- Que foi Fábio? - o irmão mais novo perguntou.
- Nada, eu só queria pedir para não contarem nada pros meus pais.
- Ta, ta... - respondi meia atordoada, sai do escritório sem dar tempo a nenhum dos dois rapazes de falar algo a mais. Eu só queria ir embora daquele sítio.
Voltei para o campo de futebol onde havia surgido mais alguns homens desconhecidos que se dividiram em dois times, os que eu conhecia ficaram todos no mesmo time sentei ao lado da minha avó e da dona Margareth numa cadeira posicionada num ângulo onde eu poderia observar todos jogando. Para diferenciar os times, os rapazes do time do Gabriel, inclusive ele, tiraram a camisa. Engasguei com o refresco que me fora servido por uma moça que trabalhava do sítio, disfarcei um pouco, mas minha avó percebeu meu estado:
- Não se preocupe, o Gabriel tem um belo porte é normal reparar no físico dele. - ela cochichou no meu ouvido e eu senti minhas bochechas esquentarem.
- Não se preocupe, o Gabriel tem um belo porte é normal reparar no físico dele. - ela cochichou no meu ouvido e eu senti minhas bochechas esquentarem.
- Segura para mim? - o Gabriel perguntou estendendo a blusa vermelha.
- Deixa que eu seguro! - a Júlia respondeu antes que eu dissese qualquer coisa.
- Não precisa, obrigado. E então Luiza? - ele me piscou o olho direito e eu estendi a mão para segurar sua camisa e logo após o Gabriel voltou correndo para o meio do campo.
Pus a mão na testa e passei pelo pescoço tentando recuperar o equilíbro, o cheiro dele saia da camisa e entrava direto por minhas narinas. Involuntariamente fechei os olhos para sentir seu perfume se misturando ao oxigênio necessário aos meus pulmões. Ele começava a me tirar a gravidade e meus pêlos se arrepiaram ao lembrar do nosso quase beijo:
- Vitor, Vitor, Vitor... Não me deixe fazer isso. - pedi em voz mínima de tal modo que ninguém além de mim sabia o que saia de meus lábios.
- Vitor, Vitor, Vitor... Não me deixe fazer isso. - pedi em voz mínima de tal modo que ninguém além de mim sabia o que saia de meus lábios.
Abri os olhos e presenciei a imagem do Gabriel correr pela grama verde do campo, desviei o olhar para o meu lado esquerdo e a mãe dele me observava com a face interrogativa eu queria muito saber o que se passava na mente dela, a Júlia mantinha o rosto sério e descontente e a Lorena gritava toda a vez que o Fábio tocava na bola:
- Será que eu posso entrar? - perguntei à minha avó.
- Pode sim querida, está tudo bem?
- Sim, só estou um pouco tonta. - inventei a desculpa que aparentemente fazia melhor sentido na minha cabeça.
Cruzei a sala de estar da casa e caminhei até o banheiro, fechei a porta e digitei de forma desesperada o número do Vitor, mas ele não atendeu em nenhuma das dez tentativas, liguei para o celular da minha mãe e sua doce voz tranquilizou meu coração:
- Mãe onde está o Vitor? - perguntei assim terminei de responder suas perguntas em relação à minha segurança.
- Mãe onde está o Vitor? - perguntei assim terminei de responder suas perguntas em relação à minha segurança.
- Filha o Vitor sumiu a uns dois dias, nínguem sabe para onde ele foi! Não queria te preocupar com isso, pois você esta muito longe...
- O que? Mãe ta brincando né? E nínguem chamou a polícia? Como assim ele sumiu? Não voltou para casa? Desapareceu no meio da noite? Mãe, isso é grave. Eu estou aqui no fim do mundo enquanto o Vitor esta em algum lugar correndo perigo? E a tia Sílvia e o tio Luís? A Dani? Meu pai? - interrompi, antes de conseguir pensar em algo mais plausível.
- Luiza, calma. Olha só qualquer notícia que eu tiver dele te aviso, mas você tem que se acalmar. O Vitor já é um homem adulto sabe se cuidar muito bem, calma! - a voz dela estava hesitante, minha mãe só fala dessa maneira quando não tem certeza do que diz.
- Tentei ligar pro celular dele, mas nínguem atendeu! Mãe me fala a verdade, por favor! O que esta acontecendo? - eu já estava chorando muito e a respiração começou a ficar pesada de mais foi quando tudo ao meu redor escureceu e meus sentidos desligaram.
Quando reabri os olhos estava deitada numa cama macia, dentro de um quarto desconhecido e com a voz do tio Ramon ao fundo conversando com minha mãe pelo telefone, sei disso pois ele falou o nome dela, o teto cor de caramelo com um belo lustre ainda tomava sua devida forma, foi quando os traços do Gabriel tomaram nitidez, ele parecia me examinar:
- Você teve uma queda de pressão. - escutei sua voz.
- Você teve uma queda de pressão. - escutei sua voz.
- Luiza, o que houve você estava caída no chão do banheiro! - minha avó perguntou aflita.
- Calma aí vó, eu estou bem. - respondi encostando-me na cama, foi quando notei que no quarto deveriam ter mais de vinte pessoas. A Lorena e a Júlia estavam sentadas mais ao fundo e conversavam em voz baixa sobre algo de que eu não fazia ideía.
- A sua mãe esta nervosa, disse que estavam conversando e do nada ela ouviu um barulho e você não respondeu mais! - tio Ramon anunciou bastante assustado.
- Calma tio, eu estou bem. - respondi, pondo uma mecha de cabelo por trás da orelha. Eu preciso falar com ela! - tentei levantar, mas o Gabriel empurrou meu ombro em direção à cama sem fazer muita força.
- Calma Luiza, você precisa descançar.
- Eu estou bem Gabriel, obrigado.
- A sua mãe já desligou, ela disse que se tiver alguma informação do seu amigo ela telefona. - tio Ramon deu o recado.
- Que amigo? - o Gabriel ficou sério e perguntou ríspido.
- Um tal de Vitor.
- Ah sim, Vitor. - o irmão mais novo do Fábio suspirou e levantou da cama, dando as costas a todos de dentro do quarto. - Ela está bem, só precisa de repouso. - ouvi ele sussurrar no ouvido da minha avó pouco antes de se retirar do cômodo.
Voltamos para casa logo depois, meus pensamentos estavam todos direcionados aonde estava o Vitor e uma sensação ruim na garganta causava um mal-estar horrível. Eu não conseguiria viver num mundo onde o Vitor não existisse e a imagem dele sem vida me deixava aflita e por mais que eu tentasse não imaginar o pior, as aparições dele na minha mente nas piores condições eram inevitáveis, tentei me concentrar no assunto que minha vó puxou sobre o seu jornal, mas não consegui lhe dar a atenção necessária e ela logo calou-se supondo que eu ainda estivesse tonta devido ao desmaio.
- Calma aí vó, eu estou bem. - respondi encostando-me na cama, foi quando notei que no quarto deveriam ter mais de vinte pessoas. A Lorena e a Júlia estavam sentadas mais ao fundo e conversavam em voz baixa sobre algo de que eu não fazia ideía.
- A sua mãe esta nervosa, disse que estavam conversando e do nada ela ouviu um barulho e você não respondeu mais! - tio Ramon anunciou bastante assustado.
- Calma tio, eu estou bem. - respondi, pondo uma mecha de cabelo por trás da orelha. Eu preciso falar com ela! - tentei levantar, mas o Gabriel empurrou meu ombro em direção à cama sem fazer muita força.
- Calma Luiza, você precisa descançar.
- Eu estou bem Gabriel, obrigado.
- A sua mãe já desligou, ela disse que se tiver alguma informação do seu amigo ela telefona. - tio Ramon deu o recado.
- Que amigo? - o Gabriel ficou sério e perguntou ríspido.
- Um tal de Vitor.
- Ah sim, Vitor. - o irmão mais novo do Fábio suspirou e levantou da cama, dando as costas a todos de dentro do quarto. - Ela está bem, só precisa de repouso. - ouvi ele sussurrar no ouvido da minha avó pouco antes de se retirar do cômodo.
Voltamos para casa logo depois, meus pensamentos estavam todos direcionados aonde estava o Vitor e uma sensação ruim na garganta causava um mal-estar horrível. Eu não conseguiria viver num mundo onde o Vitor não existisse e a imagem dele sem vida me deixava aflita e por mais que eu tentasse não imaginar o pior, as aparições dele na minha mente nas piores condições eram inevitáveis, tentei me concentrar no assunto que minha vó puxou sobre o seu jornal, mas não consegui lhe dar a atenção necessária e ela logo calou-se supondo que eu ainda estivesse tonta devido ao desmaio.
-
30-01-10
Dani,
Afinal o que esta acontecendo por aí? Liguei para a minha mãe hoje e ela me disse que o Vitor sumiu a uns dois dias, me fala amiga para aonde o seu irmão foi! Vocês dois sempre foram bastante confidentes, apesar das desavenças causadas pelo fato de serem irmãos.
Eu não consigo pensar em outra coisa que não seja o Vitor, amiga por favor responde esse e-mail e me fala onde ele esta!
Para com essa infantilidade de fingir que eu não existo porque isso já esta me irritando o assunto é muito sério para você simplesmente ignorar esse e-mail, então responde.
Dani,
Afinal o que esta acontecendo por aí? Liguei para a minha mãe hoje e ela me disse que o Vitor sumiu a uns dois dias, me fala amiga para aonde o seu irmão foi! Vocês dois sempre foram bastante confidentes, apesar das desavenças causadas pelo fato de serem irmãos.
Eu não consigo pensar em outra coisa que não seja o Vitor, amiga por favor responde esse e-mail e me fala onde ele esta!
Para com essa infantilidade de fingir que eu não existo porque isso já esta me irritando o assunto é muito sério para você simplesmente ignorar esse e-mail, então responde.
Maria Luiza
-
Liguei o som numa música que impediria qualquer um de me ouvir chorar, deitei na cama e cobri completamente o meu corpo com um cobertor de cor verde acabei perdendo a noção do tempo e adormeci pouco depois, acordei com um leve toque da dona Conceição:
- Desculpa te acordar, mas chegou essa carta pra senhorita. - a senhora me entregou um pequeno papel branco bem decorado eu agradeci e o peguei sem imaginar o que pudesse estar no seu interior.
- Desculpa te acordar, mas chegou essa carta pra senhorita. - a senhora me entregou um pequeno papel branco bem decorado eu agradeci e o peguei sem imaginar o que pudesse estar no seu interior.
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30/01/2010
Senhorita Maria Luiza,
O Hotel Valentine III lhe convida para um jantar na presente data no restaurante às oito da noite à pedido de um hóspede especial.
Senhorita Maria Luiza,
O Hotel Valentine III lhe convida para um jantar na presente data no restaurante às oito da noite à pedido de um hóspede especial.
Atenciosamente,
Gerente: Sr. Marco Antônio Veceslau
Gerente: Sr. Marco Antônio Veceslau
-
- É o hotel onde acontece os eventos mais sofisticados da cidade. - o senhor Davi respondeu quando lhe perguntei sobre o hotel mencionado no convite.
- Estranho demais esse convite. - respondi, um pouco intrigada.
Conversávamos na garagem, eu encostada num dos carros e o motorista mexendo em uma corrente da picape que havia arrebentado devido ao belo dom de dirigir da minha avó.
- Quem sabe não é um admirador secreto. - ele supôs rindo do próprio comentário.
- Estou fugindo de admiradores, fala sério Davi quem em sã consciência vai querer sair comigo? Pode um serial-killer.
- Ou pode ser um maluco desvairado e carente. - ele acrescentou rindo-se.
- Vai brincando, estou com medo, mas quero ir. Sou curiosa demais para deixar isso passar em branco. - disse imersa em pensamentos.
- Ué vamos então, eu te levo e espero por você na porta do hotel se acontecer qualquer coisa eu vou te resgatar! - o senhor Davi pareceu bastante prático e eu acabei me entusiasmando.
- Virou o super-homem agora? - eu brinquei.
- Ta vendo, esse é o mal do ser-humano! - ele rebateu após rir do meu comentário, no fim cedi a minha monstruosa curiosidade.
Pus um vestido verde claro e calcei uma sandália de salto branca, o senhor Davi trajava uma bermuda djeans e uma blusa preta, era a primeira vez que eu o via sem seus trajes sociais de trabalho. Ele pôs uma música do U2 e assim fomos até o hotel que era um prédio de mais de vinte andares com sete bandeiras de países diversos enfeitando a entrada com um singelo tapete vermelho:
- Qualquer coisa me liga. - o senhor Davi disse, enquanto um funcionário do hotel caminhava até o carro escuro para abrir a porta pra mim.
- Tudo bem! - respondi, antes de sair do veículo.
- Estranho demais esse convite. - respondi, um pouco intrigada.
Conversávamos na garagem, eu encostada num dos carros e o motorista mexendo em uma corrente da picape que havia arrebentado devido ao belo dom de dirigir da minha avó.
- Quem sabe não é um admirador secreto. - ele supôs rindo do próprio comentário.
- Estou fugindo de admiradores, fala sério Davi quem em sã consciência vai querer sair comigo? Pode um serial-killer.
- Ou pode ser um maluco desvairado e carente. - ele acrescentou rindo-se.
- Vai brincando, estou com medo, mas quero ir. Sou curiosa demais para deixar isso passar em branco. - disse imersa em pensamentos.
- Ué vamos então, eu te levo e espero por você na porta do hotel se acontecer qualquer coisa eu vou te resgatar! - o senhor Davi pareceu bastante prático e eu acabei me entusiasmando.
- Virou o super-homem agora? - eu brinquei.
- Ta vendo, esse é o mal do ser-humano! - ele rebateu após rir do meu comentário, no fim cedi a minha monstruosa curiosidade.
Pus um vestido verde claro e calcei uma sandália de salto branca, o senhor Davi trajava uma bermuda djeans e uma blusa preta, era a primeira vez que eu o via sem seus trajes sociais de trabalho. Ele pôs uma música do U2 e assim fomos até o hotel que era um prédio de mais de vinte andares com sete bandeiras de países diversos enfeitando a entrada com um singelo tapete vermelho:
- Qualquer coisa me liga. - o senhor Davi disse, enquanto um funcionário do hotel caminhava até o carro escuro para abrir a porta pra mim.
- Tudo bem! - respondi, antes de sair do veículo.
O simpático funcionário me levou até o restaurante onde uma recepcionista pouco mais velha que eu atendia numa pequena bancada bem detalhada de mogno, um caderno ocupava o único espaço livre, uma banda musical tocava ao fundo uma canção tranquila e a menina da recepção em guiou até a mesa de número 52 logo após eu dar-lhe meu nome:
- A sua companhia já esta a caminho. - ela me disse e foi inevitável minha pergunta:
- Companhia? Quem é minha companhia?
Ela apenas sorriu de forma doce e se retirou sem me responder, ao meu redor pessoas bem vestidas conversavam, a curiosidade de saber quem seria a pessoa ao qual ela se referia quase que gritava e eu mantinha meus 5 sentidos atentos a cada ruído estranho. Passei os olhos pelo cardápio de nomes engraçados na tentativa de distrair minha mente, atentei à música que o cantor e a cantora num dueto perfeito reproduziam acompanhados de instrumentos musicais.
O relógio do celular marcava oito e meia quando pensei em ir embora, o senhor Davi já havia me ligado para saber se eu estava bem e nínguem havia aparecido quando a imagem de alguém que eu não via a tempo me surpreendeu e acelerou meu coração fazendo minha circulação pulsar e meu corpo tremer. Pronto, eu não conseguia mais mover um músculo e assim fiquei enquanto ele se aproximava de mim:
- Quanto tempo menina. - era ele mesmo, o meu Vitor e parecia muito mais bonito e charmoso do que eu me lembrava, congelei e não consegui proferir uma palavra se quer.


não acredito *---*
ResponderExcluirque lindo, mais mais mais por favor
necessito de mais (:
ai ja tava na ora dele aparecer hehehehe
ResponderExcluircoitadinho do Gabriel o Vitor CHEGOOOU
finalmente tava na hora né ? oounw odeio ess Gabriel ai, mais Vitor é VITOR NÉ ? aain mais, preciso de maais!
ResponderExcluirLIndo Lindo lindoo
ResponderExcluirnosso Vitor de voltaaa
s2
Na hora qe el apareeu meu coração parou igual do da Lu.
Ps. postaa logooo pvf !
ATEH QUE ENFIIM
ResponderExcluirVICTOR AMOOOR
PAR PERFEITO
maais me da uma pena do gabriel
ele naum merece >.<
Own que lindoo!
ResponderExcluirO Vitor é lindo.
Posta Maiis!
Eu quero um Vitor pra mim!!!!!!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluiraaaaaaaaaaaah que perfeeito *-*
ResponderExcluirposta maaaais !
ownnnnn que lindooo,to toda arrepiada *-*
ResponderExcluirquero mais mais e mais
Ouunw' qe lindo...
ResponderExcluirqeria um Vitor desse na minha vida...HAHA'
coitado do Gabriel...fazer o que o Vitor apareceu primeiro neeh...*---*
posta maaaaaaaiss
ResponderExcluirQUEEEERO UM VITOR DESSE PRA MIIM
ResponderExcluirELAA TEM QUE FICAR COM ELE
SÓ COM ELE
E O GABRIEL PODE SE TORNAR UM GRANDE
AMIGO DO VITOR E DA LUIZA E SE APAIXONAR PELA DANI!!!
POOOOOOOOOSTA MAAAAAIS
TO DESEESPERADA PRA LÊÊÊ
tbm to desesperada pra leeer,posta mais.
ResponderExcluirQuero um Vitor desse pra mim[3]
ey
ResponderExcluirpostaaa
logoo'
aaaaaaaaaah, maaaaaaais *-------*
ResponderExcluirPosta logoooooo.
ResponderExcluirEu quero um Vitor pra mim [4][5][6]...
Posta loogo!
ResponderExcluirVenho aqui todo dia pra ver se já postou algo D;
Eu quero um Vitor pra mim +1
Poor: Gabii'
ain duas quase duas semanas sem postar
ResponderExcluirnaum, é justooo
esse capitulo bateu recorde de comentarioss õ/
merecemos neah um capitulo ou dois logooo
não(?
postaaaaaaaa
Venho aqui todo dia pra ver se já postou algo D; [2]
ResponderExcluirMAAAAAIS *-*